30 de janeiro de 2010

Pós-2 Tone

Tenho uma opinião sobre ska: assim como o hardcore e o reggae é um estilo limitado, que não tem muito para onde ir. Aliás, o reggae é filho do ska. Mas aqui estou para filosofar sobre 2 Tone e pós-2 Tone. Foi essa cena que me fez conhecer o ska, e por causa dela tive muita câimbra em pista de dança.

Disse sobre a limitação para já nesse início registrar que em qualquer lugar do mundo que existir uma cena ska, ela certamente terá curta vida. Aqui no Brasil algumas pessoas tentaram criar algo nos anos 1990 com lançamento de coletâneas e até majors lançando suas bandas de ska. Não rolou. Ska bom aqui no Brasil rapidamente me lembro de Paralamas e Maskavo Roots.

Mas lá no final dos anos 1970, na Inglaterra, surgiram algumas bandas que se tornaram eternas: Madness, The Specials, The Selecter, Bad Manners e The English Beat (há quem ponha o Ruts nessa lista). Essas são as bandas que formaram a cena 2 Tone, que era o nome da gravadora criada por Jerry Dammers, tecladista do The Specials, com ajuda de alguns colegas como o vocalista Terry Hall.

Apesar de cada uma delas ter lançado ao menos um álbum clássico na carreira, nenhuma delas sobreviveu além de 1985 (com exceção de Bad Manners que entre idas e vindas + zilhões de mudanças na formação = está aí até hoje). Ou seja, nenhuma delas teve mais que 6 anos de vida. A que mais lançou álbuns foi Madness: 6. As outras entre 2 e 3 lançamentos.

Foi principalmente ali na virada de 1970 para 1980 que todas elas marcaram presença com o visual a la gangster e letras com forte conotação política (o que seria delas todas sem o Clash?). Foram carreiras curtas, mas o suficiente para mudar a cena rock para sempre.

Do Specials, três integrantes saíram em 1981 e montaram o Fun Boy Three: Terry Hall, Neville Staple e Lynval Golding. Dois ótimos discos foram lançados, o primeiro mais experimental e o segundo mais pop, mais perto (mas nem tanto) do que o Specials fazia. Aconselho os dois discos.

Há duas outras que fizeram boa carreira até o final dos 1980: General Public e Fine Young Cannibals. As duas saíram da formação do The English Beat.

General Public eu gosto apenas de 4 músicas, apesar de ter lançado dois discos entre 1983 e 1987. Em 1994 Dave Wakeling e Ranking Roger se juntaram novamente para lançar um 3º álbum chamado ‘Rub It Better’, mas logo depois do lançamento a dupla se separou de novo. Este sim é um ótimo álbum, grandioso, que entre técnicos e músicos contou com quase 40 pessoas. Foi produzido por Jerry Harrisson (ex-Talking Heads) e tem a participação de Mick Jones (Clash), que já havia participado do 1º álbum - e por pouco não anunciou sua entrada para banda. Ainda bem que ele desistiu e formou o BAD. Ufa! Infelizmente não pude incorporar aqui o clipe de "Rainy Days", mas vale ir até o You Tube.

Outra dupla saída do English Beat formou o Fine Young Cannibals. O guitarrista Andy Cox e o baixista David Steele acharam o vocalista Roland Gift, que, como eles, gostava de jazz, punk rock e ska. O Fine Young Cannibals lançou dois ótimos discos e tem uma outra ligação com o General Public: foi Jerry Harrison que produziu o 2º disco da banda em 1988. FYC tem boas músicas pra dançar e eu gosto muito mais do repertório e sonoridade do 1º disco. O 2º disco alcançou o sucesso mundial, mas aos poucos a banda foi sumindo até acabar, apesar de nunca ter anunciado seu fim.

Pra quem gosta dessa cena 2 Tone vale a pena conhecer esses trabalhos (eles poderão ser achados em http://thep5.blogspot.com/):

Fun Boy Three – The Fun Boy Three (1982) e Waiting (1983)
Fine Young Cannibals – Fine Young Cannibals (1985) e The Raw and The Cooked (1988)
General Public – Rut it Better (1995)

















23 de janeiro de 2010

Metallica no Ibirapuera em 1989

Aí vem o Metallica, e para dar as boas vindas republicarei o texto que fiz sobre o 1º show da banda aqui em SP, inclusive arrumando o número de pessoas que estavam lá. No 1º post eu disse 2 mil, mas como Will disse em seu comentário, foram 12 mil (se tirarmos os bangers bêbados caídos nos cantos do ginásio, esse número baixa para 8 mil... jee). De resto, o que escrevi é fato:

Em 1986 os headbangers de Brasília não paravam de escutar Master of Puppets. Nesta época havia uma brincadeira em saber quem tocava mais rápido: Metallica ou Dead Kennedys. Não que eu não respeitasse o Metallica, mas minhas urgências naquela época eram outras.

Fui prestar mais atenção à banda quando cheguei em SP, aí passei a escutar, principalmente, ‘Ride the Lighting’ e ‘Master of Puppets’. Na MTV cheguei a fazer um programa especial do Metallica, de uma série que chamava Arquivo MTV e o Jornal da Tarde deu 4 estrelas para ele. Terminei o programa com um maravilhoso solo ao vivo de Cliff Burton, como homenagem.


Eis que, já em SP, estava eu junto com milhões de bangers aguardando ansiosamente pelo novo disco da banda. O Comando Metal, programa da rádio 89FM, que era transmitido todo domingo à noite, prometia tocar o disco inteiro em primeira mão. Lembro que ficamos quase duas semanas roendo as unhas, chegava o próximo domingo e a produção do programa ainda não havia conseguido o disco. Eis que finalmente rolou o esperado. Me lembro do apresentador dizendo algo do tipo: “Agora chegou à hora. And Justice For All, novo disco do Metallica. Pau!”. E o disco rolou do começo ao fim. Bangers de toda São Paulo gravaram o programa. Nessa época ainda era difícil adquirir discos importados por aqui. Era o primeiro disco pós Cliff Bourton e pós ‘Master of Puppets’. É até difícil descrever em palavras esse momento.

Para a surpresa de todos foi anunciado o show do Metallica no ginásio do Ibirapuera – outro show até então impensável de assistir. Logo que iniciou a venda de ingressos, compramos o nosso. Nessa balada fui com mais dois amigos. Um deles encheu a cara e passou mal durante o show inteiro. Até hoje se arrepende rsrs. Estava lá e não assistiu. Álcool é uma bosta.

A banda já tinha feito sua turnê mundial e não tocaria mais. Era praticamente o início das férias do Metallica, mas mesmo assim a banda aceitou vir ao Brasil para esse show histórico.

Metallica veio com estrutura mínima. Mínima mesmo! Só trouxeram, os instrumentos de corda e alguma coisa de cenário. Nessa época a guitarra de Hetfield ainda tinha o adesivo ‘Kill Bon Jovi’.

O show foi pra poucos. Não houve qualquer tipo de incidente digno de anotações. Havia, claro, a preocupação de punks e skinheads estragarem a festa, mas não rolou nada disso e os bangers que lá estavam não queriam saber de qualquer tipo de confusão, afinal, era o Metallica, ainda num ótimo momento da carreira. Ninguém ali imaginava que a banda voltaria um dia ao país, então todos assistiram ao show como se fosse a primeira e última oportunidade de ver o Metallica ao vivo.

O show foi lindo, tocaram todos os clássicos possíveis. Tocaram tudo mesmo! A bateria de Lars era alugada, a mesma que Ritchie Ramone tocou na 1ª passagem do Ramones aqui em 1987 e outras tantas bandas gringas também a usaram (era preta com desenhos de fogo). Inclusive não houve problemas no som. Estava tudo ótimo, o clima era o mais favorável possível.

Por estarem em clima de férias, o clima no palco também era totalmente descontraído, certamente foi um dos melhores shows daquela turnê. Tanto é que no bis – tiveram varias entradas – a última delas, o Metallica tocou alguns covers, mas o mais legal é que eles trocaram de posições: Hetfield foi para bateria, Lars ficou no vocal (imitando Bruce Dickinson) e Kirk chegou a tocar baixo. Não lembro dos covers, mas entre eles tinha Iron Maiden e Misfits. Nesse momento fiquei torcendo para a banda tocar “The Wait” do Killing Joke, mas não rolou.

Essa impressão de que o show foi maravilhoso não foi só do público, pois depois de tocar tudo o que podia tocar, os quatro ainda ficaram no palco sem tocar. Eles não queriam sair!!! Ficaram lá cumprimentando o público, bebendo, sentavam no praticável da bateria, conversavam entre si, levantavam, andavam de um lado ao outro. Eles realmente demoraram a ir embora. Foi sublime! Foi o último momento daquele Metallica underground, que apenas fazia um relativo sucesso mundial, apenas entre os headbangers.

Depois, pra mim, a banda desandou. Ficou ruim. O ‘Black Album’ foi uma decepção. Com o St. Anger, a banda voltou a fazer algo bom e neste exato momento que reescrevo este texto ouço o ótimo ‘Death Magnetic’.

As outras passagens do Metallica por aqui não foram tão boas. Não fui a nenhuma delas, mas amigos que foram ao Ibirapuera e nas outras apresentações me disseram que não perdi absolutamente nada. Nessa passagem de agora tenho a sensação de que será a melhor depois do Ibirapuera/89. Mas mesmo assim continuo não querendo ter outra imagem daquela que tenho do show no ginásio. Aquele sim fez história.





13 de janeiro de 2010

Erasmo Carlos – Minha Fama de Mau

Final de semana passado terminei de ler o livro ‘Minha Fama de Mau’, escrito pelo grande Erasmo Carlos. Sou fã dele e de suas composições. De fato um ícone da MPB. Entre os discos dele que prefiro, o de cabeceira é o ‘Carlos, Erasmo’.

Ano passado, quando o livro foi lançado, li em matérias que se tratava de uma biografia escrita pelo próprio Erasmo. Na contracapa do livro, e em suas orelhas, a obra é vendida como memórias. Porém acredito não ser nada disso.


O que li foram pequenas crônicas, algumas sem a menor importância, como as atrapalhadas de seu secretário Alcides.


Claro que há histórias bacanas, principalmente, dos anos 1960 ao início dos 1970, mas também não se trata de nenhuma bomba que irá mudar a história da MPB. É legal saber de sua parceria com Roberto Carlos e a forma como compõem, os tempos da rua Matoso e sua amizade com Tim Maia e Jorge Ben Jor.


Mas a coisa toda é passada tão por cima que nem mesmo sua passagem pelo Renato e Seus Blue Caps foi mencionada. A famosa briga entre ele e Roberto Carlos só é citada; os bastidores do programa Jovem Guarda também passam quase despercebidos e tantos outros acontecimentos importantes pelos quais Erasmo viveu estão ali muito de passagem, e dessa forma o livro acaba.


Os pontos positivos? É legal como ele se coloca, é bonito ver sua humildade – muito clara no livro inteiro. A simpatia que vemos na televisão e em revistas e jornais está lá. Ele fala de vitórias e derrotas (Rock in Rio, por exemplo) sem medo. A leitura é fácil e o texto é coloquial. Mas ao terminar de ler minhas dúvidas aumentaram.


Não há bastidores de nenhum de seus discos, o que é uma pena.


As crônicas vão perdendo ainda mais profundidade conforme os anos e as décadas passam como as de Agnaldo Timóteo, Rildo Hora (afinal fez ou não a letra pra ele? Foi gravada?), o encontro com João Gordo no Madame Satã, a conversa com Chico Anysio, a confusão que o fã faz entre Erasmo e Reginaldo Rossi.


De fato fiquei decepcionado com o livro, ainda mais que o peguei para ler logo após ter lido a maravilhosa biografia de John Lennon.


Mas é óbvio que a decepção não vai apagar o brilho de suas composições e de alguns de seus discos. Mas vamos combinar que ainda fica faltando a verdadeira biografia de Erasmo Carlos, o Tremendão.

7 de janeiro de 2010

Emo Poser

Há semanas venho pensando em fazer um texto sobre essa nova geração de bandas brasileiras. É uma geração emo da pesada (?!?) que agora sim acredito ter atingido seu auge.
NxZero, Fresno, Cine, Glória, Hori, Dead Fish, Hateen, Strike, Stevens, Hevo84 são algumas que eu conheço. Cada uma tenta ser diferente em algo, menos no som. É o rock romântico atingindo de cheio o coração das pré-adolescentes de todo o país. O bom disso tudo é saber que essa cena é coisa de menininhas descobrindo o mundo e sonhando com seus ídolos, nada sério, apenas uma fase que voa como a adolescência. Essas bandas emos dos anos 2000 têm que saber aproveitar o momento e ganhar o máximo de grana possível.
Aqui faço uma comparação entre emo e poser.

O que vejo nessa nova cena do rock brasileiro é algo frágil, de barro, de areia. Melodias fracas, previsíveis, letras pobres e a completa falta de referência mostram que não há como tudo isso não ser lembrado como uma onda efêmera. Assim como hoje lembramos o poser e o tecnopop.
Esse é um nicho que as gravadoras acharam: rock para os pré-adolescentes. E foi exatamente o que aconteceu com a cena poser, com adolescentes de 12 a 15 anos ficando loucas com as calças apertadas de Bon Jovi, Motley Crue, Skid Row, Guns n’Roses e outros. Hoje percebo nessa geração (já crescida) que as garotas dão risada de lembrar e rever essas bandas e os garotos tem vergonha de dizer que um dia gostaram dessas coisas.
Nessas bandas brasileiras que citei no início do texto também há em comum com os posers o fato de todas elas terem um público muito mais feminino do que masculino. Isso demonstra uma nítida preocupação com a imagem. Os litros de laquês usados nas longas madeixas dos posers + os litros de gel usados nas franjas e nos cabelos milimetricamente bagunçados dos emos acusam o parentesco. As roupas coladas, sobrepostas, bregas e meio “esquisitas” dos posers deram lugar às roupas largas dos emos, mas tudo também milimetricamente bagunçado: a calca caída, a cuequinha aparecendo, o lenço no pescoço, o boné torto, o tênis desamarrado. Todo o visual poser e emo é resultado de horas de espelho.

Quanto ao som fico imaginando a fã em casa com os CDs de todas essas bandas, tudo jogado no chão, bagunçado, CDs e encartes misturados. Nessa hora entra a vantagem de não precisar se preocupar em achar o CD e a capa certas, pois tanto faz a capa, o encarte ou o CD.

Tudo isso é brincadeira de criança. Minha filha de 8 anos que o diga. Fico mesmo com pena de quem leva isso a sério (e esses músicos levam!!!).

2 de janeiro de 2010

Lula - Filho do quê?

Covarde. Pra mim, isso que o presidente Lula é. Corrupto e covarde. É isso. Toda vez que há algo errado, nosso presidente se esconde e joga seus assessores aos leões.
Desde as eleições diretas de 1989 não tínhamos um governo tão corrupto quanto esse. Lula é um bom de bico.


Esse filme sobre sua vida é uma afronta ao povo brasileiro. É coisa de ditador que faz filme sobre si mesmo e obriga a população a assisti-lo e enaltecê-lo. É bem coisa de quem é amiguinho de Hugo Chaves – ou pelo menos se faz parecer por medo (no fundo é isso).
Lula não é do povo. Lula é de seu umbigo. Universo umbigo. Lula gosta de gozar com o pau dos outros.
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Hoje estreou nos cinemas o filme que tenta contar de forma real a vida ficcional de Lula. Eu diria que é o ‘2 Filhos de Francisco’ de Lula.

Difícil fazer um filme desses? Claro que não. Você vai até as empresas que tem rabo preso com o governo, mostra o projeto e, zás, eis que na hora surge o patrocínio. Hoje na Folha de SP tem um enorme anúncio do filme, assim como deve ter no Estadão, O Globo... (até construtoras poderosas investiram na película)

Li um punhado de matérias sobre o filme, todas sérias e sem nenhum rabo preso. Era unânime a desaprovação da obra. Especialistas em cinema, roteiro e política ficaram embasbacados com o filme água com açúcar, que enaltece uma pessoa de forma errada e põe como verdadeiras, passagens falsas da vida de nosso atual presidente.
Lula tem bom papo, uma prova disso são suas duas eleições presidenciais ganhas e as palavras de Obama “ele é o cara”.

E o filme falou que Lula nunca trabalhou? Que foi um deputado faltoso e insosso? Falou o que Lula fez ao país até sua primeira eleição? Quais eram as palavras dele antes de assumir a presidência? Os pensamentos dele antes de se tornar o síndico do país? E o mensalão? E a república de Ribeirão? E ‘os’ sanguessugas? E Sarney?

Tenho amigos que falam que Lula fez coisas boas ao país. Fez, mas muito pouco perto do tanto que ele falava ao longo dessas últimas três décadas. Ele faz ode à ignorância. Não estudou línguas. Não completou os estudos e nem ao menos fez um faculdade. Teve oportunidade para tudo isso e nada fez. Esses meus amigos que falam bem de Lula vão trabalhar de carro e não tem contato com o dia a dia. Não vêem mães já cansadas às 07h00 da manhã, com três filhos pequenos, tentando chegar ao hospital das clínicas, para ser atendia pelo SUS. Acorda as 04h00, não tem com quem deixar os filhos, chega ao hospital 09h00 para depois de horas descobrir que não será atendida. Passa o dia fora de casa, não poderia, mas gasta com condução, fica sem comer e dá aos filhos um pacote de bolacha para dividir em três. O menor tá com febre e mesmo estando no hospital ela não consegue sequer um termômetro.

Uma pessoa próxima a mim tem Hepatite C, uma coisa muito chata, e quando descobriu precisou fazer um tratamento caro e demorado. Descobriu que no SUS havia esse tratamento. Sabe como essa pessoa conseguiu obter o tratamento pelo SUS? Através de advogado. Pode uma coisa dessas?

E a educação? O que pensar dela se nosso próprio comandante ama a ignorância?!? As escolas continuam precárias. Nosso ensino continua um lixo. Olha o que aconteceu com o Enem 2009! Dá pra levar a sério?
E os 3 bilhões que Lula deu ao Pan Americano para completar suas obras? Foi tudo por água abaixo. Tudo roubado. Porque ele não dá esse dinheiro aos aposentados? Às vítimas de enchente por todo o país?

O que Lula faz por aqueles pobres coitados que, já não bastando serem pobres desempregados que moram em favelas sem esgoto, são também portadores de deficiências físicas? Será que nosso presidente sabe o que é ser cadeirante na periferia?

E o abuso que seus filhos fazem da máquina? Aviões da FAB sendo usados como fusquinha; cartões corporativos usados em férias, compras pessoais e reformas de seus imóveis; a própria casa presidencial sendo usada pela família como se fosse um puxadinho de sua casa em São Bernardo; e até mesmo assistir filmes piratas está em sua lista de contravenções.

O impeachment de Lula poderia ter sido votado e aprovado já no final de seu primeiro mandato. Mas como todo mundo ali no Congresso Nacional tem rabo preso e é covarde como o presidente, então fica difícil, nós povão querer arrumar a casa.

Será que Lula realmente pensa que fez diferença para o Brasil?

Esse filme é uma afronta ao povo brasileiro. Deveria ser proibido esse tipo de propaganda política bem em ano eleitoral. A minha esperança é a memória curta do brasileiro.
Lula cara-de-pau.

PS: Fico me perguntando como alguém que nunca trabalhou antes de ser presidente pode ter o dinheiro que tem...