Gravação: 13/03/2000 (os dois pgms)
No ar: 16/03/2000 (Nocaute)
No ar: 17/03/2000 (Dado)
Levantei-me as 08h40 para estar na MTV as 10h00, mas acabamos nos atrasando pois Cris e Márcio (ass. câmera) se atrasaram por causa do trânsito. Acabou o carnaval e para o Brasil o ano começou agora.
Com o Nocaute estava marcado nos Arcos da Lapa as 11h00, mas só começamos a gravar as 11h40. A banda, infelizmente, tomou um chá de espera.
Ontem, antes de vir para o RJ, passei na MTV para pegar algumas informações da banda para elaborar a pauta, mas não achei nada nos arquivos. Entrei no site oficial, mas não havia nada além de algumas fotos. A Cris, já no Rio, esperava um fax com algumas informações, mas acabei não enviando.
Fomos à gravação sem saber ao certo o que fazer. Chegamos lá e vimos as ruínas do Circo Voador e foi triste ver aquilo e saber de como tudo acabou do jeito que acabou. Políticos e prefeitura do Rio são uns bostas e não sabem (pasmem) o que o Circo representa.
Chegando lá encontrei com a Alê, que trabalha na gravadora da banda, e ela nos apresentou à todos do Nocaute. Cris ficou conversando com todos eles e eu fui ver a locação para definir o local da gravação (em 1996 havia gravado ali dois programas com Cazé). Pior de tudo é que estávamos no sol do meio dia, o pior pra se fazer uma gravação externa. Aí tive que improvisar: fiz duas cabeças no sol e o resto do pgm na sombra. A banda, nova, apareceu pouco na MTV e só tem um clipe, por conta disso, tive que diminuir o número de cabeças gravadas. Acabou sendo legal, pois a banda foi boa na conversa e nem falaram besteiras. Todos os segmentos tiveram bom conteúdo (achávamos que o pgm iria ficar fraco por causa disso).
-------------------------
Por conta de nosso próprio atraso, saímos de lá em cima da hora. Ainda tínhamos a entrevista com Dado, mascada para as 15h00 e já eram 13h00. Tínhamos que almoçar e ainda passar na MTV para deixar a fita gravada com Nocaute, pois ela ia de malote para SP naquela mesma hora. Fora que Cris ainda tinha que trocar de figurino e acertar a maquiagem. Saímos da MTV atrasados e chegamos na Rock It! as 15h30.
O lugar é lindo, ruas de paralelepípedo e bastante arborizadas. Não posso dizer onde é, mas digo que é perto do Jardim Botânico. A casa onde fica a Rock It! foi construída nos anos 1920 e é enorme. No fundo, há uma escadaria que sobe um pequeno morro e nem o Dado soube dizer onde a escada acabava.
Engraçado foi que o cachorro de Dado, o Salvador, cismou comigo e queria a todo custo transar com minha perna... hehe. Durante o segmento gravado na pequena academia da Rock It!, fiquei lutando com Salvador durante uns 5 minutos. Se não fosse minha prancheta eu estava fudido. Luciano (Relações públicas e hoje guitarrista rockstar do CPM22) e Davi (Ass. Câmera) só davam risada. Davi até chorava de tanto rir da situação. A gravação rolando e eu lutando para o cachorro não transar na minha perna. Foi foda e suei muito.
O pgm foi bem tranqüilo e a única recomendação que passei a Cris era para ela não falar de Legião Urbana. Ficou muito bom, gravamos em vários ambientes da casa.
Como o Tom Capone diz, o Dado é um cara zen, tranqüilo e paciente. Juntando isso com a maravilhosa casa, só poderia dar um belo programa. Ainda falamos com Toni Garrido que estava lá gravando seu disco. Quando eram 17h30 terminamos a gravação. Cris foi com seu próprio carro e foi embora de lá mesmo.
Chegamos na MTV as 18h00 e fui embora pra casa. Luciano ficou um pouco mais. Eu estava louco pra tomar um banho, ainda mais depois da luta com Salvador que me deixou todo melado.
PS: No Rio moro num flat junto com Luciano e ele fica bem perto da MTV, a pé é uns 5 minutos. Eu vou e volto para SP, mas Luciano fica no Rio direto.
PS2 (2008): Nessa época o CPM22 ainda era apenas uma banda underground que vendia bem seu primeiro CD independente.
Desde 2007. Aqui há cultura pop, entrevistas, diários, matérias antigas, resenhas, comportamento, ficção e política. A maior parte das publicações é atemporal, então venha quando quiser, sente-se, pegue uma dose e fique à vontade. Siga no Instagram: sete_doses_de_cachaca
2 de abril de 2008
Central MTV com Rumbora e Evandro Mesquita
Gravação: 20/03/2000
No Ar: 24/03/2000 (Rumbora)
No Ar: 27/03/2000 (Evandro Mesquita)
Começamos mais uma semana de gravação. A equipe se encontrou as 09h00 na MTV e saímosde lá as 09h30 para ir à praia do Leme, onde foi gravado o Central com o Rumbora. A banda veio ao Rio para um show no Ballroom e aproveitamos para gravar um pgm com ela. Chegamos lá as 10h00 e o pessoal já estava lá tomando água de coco.
Eu já havia gravado um Radiovitrola com Cazé na mesma locação em 1995, então já sabia o que faríamos. Quando chegamos, enquanto Ferraro (Ass. de câmera) e Márcio (câmera) montavam o equipamento,Cris e eu ficamos conversando com a banda – lembrando que Rumbora é de Brasília, portanto é tudo brodagem. Eu e Biu estudamos juntos no Marista. Ele era do metal e eu do punk...
Na 6ª feira passada eu já havia enviado para Cris algumas reportagens e realises para ela montar a pauta, e no caminho para a locação conversamos mais um pouco. A gravação foi tranqüila, o pessoal da banda, apesar de estarem começando, são bem articulados e falam sobre tudo. A gravação terminou as 12h15.
Saímos de lá e voltamos para a MTV, pois Cris pegaria o carro dela e eu deixaria as fitas para irem à SP no malote da tarde.
A segunda gravação aconteceu na casa de Evandro Mesquita, num belo condomínio da Barra. Cris foi almoçar na casa dela (que era perto da locação) e o resto da equipe foi para uma lanchonete. As 13h30 pegamos Cris e fomos à casa de Evandro. Apanhamos um pouco para chegar lá. Antes de tocarmos a campainha, já deixamos o equipamento pronto, gravei a cabeça de abertura ali mesmo, e depois entramos.
Casa maravilhosa! Pra se ter uma idéia há um pequeno lençol d’água que ‘rasga’ o gramado que fica de frente pra casa e a água cai numa piscina natural. No meio do mato, a edícula da casa de Evandro é maior que meu apartamento.
Ele nos recebeu bem, mas com um pé atrás. Aqui entre nós, o Evandro não é exatamente aquela ultra simpatia que se vê na TV. É sim um cara legal, porém sério demais. A princípio não quis liberar de gravar dentro da casa, mas Cris com seu jeitinho manero, conseguiu que gravássemos pelo menos em seu escritório, o que foi legal, pois tinha bastante material ilustrativo. Aos poucos Evandro foi deixando a amarra e sua simpatia veia à tona. Mas a maior parte do pgm foi feito com eles sentados no gramado com a casa de fundo.
Gostei de fazer o pgm com Evandro Mesquita pois ele também não é uma cara muito presente na tela da MTV.
No Ar: 24/03/2000 (Rumbora)
No Ar: 27/03/2000 (Evandro Mesquita)
Começamos mais uma semana de gravação. A equipe se encontrou as 09h00 na MTV e saímosde lá as 09h30 para ir à praia do Leme, onde foi gravado o Central com o Rumbora. A banda veio ao Rio para um show no Ballroom e aproveitamos para gravar um pgm com ela. Chegamos lá as 10h00 e o pessoal já estava lá tomando água de coco.
Eu já havia gravado um Radiovitrola com Cazé na mesma locação em 1995, então já sabia o que faríamos. Quando chegamos, enquanto Ferraro (Ass. de câmera) e Márcio (câmera) montavam o equipamento,Cris e eu ficamos conversando com a banda – lembrando que Rumbora é de Brasília, portanto é tudo brodagem. Eu e Biu estudamos juntos no Marista. Ele era do metal e eu do punk...
Na 6ª feira passada eu já havia enviado para Cris algumas reportagens e realises para ela montar a pauta, e no caminho para a locação conversamos mais um pouco. A gravação foi tranqüila, o pessoal da banda, apesar de estarem começando, são bem articulados e falam sobre tudo. A gravação terminou as 12h15.
Saímos de lá e voltamos para a MTV, pois Cris pegaria o carro dela e eu deixaria as fitas para irem à SP no malote da tarde.
A segunda gravação aconteceu na casa de Evandro Mesquita, num belo condomínio da Barra. Cris foi almoçar na casa dela (que era perto da locação) e o resto da equipe foi para uma lanchonete. As 13h30 pegamos Cris e fomos à casa de Evandro. Apanhamos um pouco para chegar lá. Antes de tocarmos a campainha, já deixamos o equipamento pronto, gravei a cabeça de abertura ali mesmo, e depois entramos.
Casa maravilhosa! Pra se ter uma idéia há um pequeno lençol d’água que ‘rasga’ o gramado que fica de frente pra casa e a água cai numa piscina natural. No meio do mato, a edícula da casa de Evandro é maior que meu apartamento.
Ele nos recebeu bem, mas com um pé atrás. Aqui entre nós, o Evandro não é exatamente aquela ultra simpatia que se vê na TV. É sim um cara legal, porém sério demais. A princípio não quis liberar de gravar dentro da casa, mas Cris com seu jeitinho manero, conseguiu que gravássemos pelo menos em seu escritório, o que foi legal, pois tinha bastante material ilustrativo. Aos poucos Evandro foi deixando a amarra e sua simpatia veia à tona. Mas a maior parte do pgm foi feito com eles sentados no gramado com a casa de fundo.
Gostei de fazer o pgm com Evandro Mesquita pois ele também não é uma cara muito presente na tela da MTV.
Central MTV com Vinny e Pepê & Neném
Não há diário de registro desses dois pgms, mas me lembrei deles nesses dias emque passava os diários do Central para o computador. São sei quando foram ao ar, mas sei que foram gravados em dias diferentes.
Vinny
Lembro que fomos à casa nova dele, num condomínio na Barra, casa novinha mesmo, ele havia acabado de se mudar, sua esposa estava grávida de uns 7 meses. Ele estava, claro, felizão, e sua carreira ainda ia muito bem, com músicas tocando em rádio, agenda de shows lotada...
O programa foi gravado no início da tarde e toda a equipe foi muito bem recebida na casa. Lá estavam o Vinny, sua esposa e uma moça que trabalhava lá.
A gravação foi tranqüila, bem ao estilo da proposta inicial do Central, de mostrar a casa toda, durante uma boa conversa. O bom era que estava sol, a casa tinha muitas janelas, era bem iluminada com luz natural e não precisei usar luz artificial. É sempre melhor a luz natural!
Entramos em todos os ambientes da casa, inclusive quartos e cozinha. Vinny estava amarradão do momento que estava vivendo na vida pessoal e profissional. Ele é um cara muito gente boa, sem forçar a barra.
A única pisada na bola que me lembre, nem é em relação ao pgm, mas em seu 2º CD, no encarte, em uma das letras estava escrito “Derrepente”, ao invés de “De Repente”. Quando vi isso, doeu fundo no caração!
Atenção bandas! Revisem bem os textos que irão entrar no encarte de seus discos!
Pepê & Neném
O pgm com Pepê & Neném particularmente foi especial pra mim, pois que me lembre foi o último pgm que gravei na MTV. Depois dele, saí da emissora para tomar novos rumos.
Lembro bem dessa gravação, que aconteceu na parte da tarde, e foi em Niterói, também numa casa que elas haviam acabado de comprar e se mudar.
Lembro bem da gravação, pois eu estava com uma enxaqueca gigante, tinha comido mal no almoço, não havia remédio e o calor estava, como dizem, infernal. Pra completar, foi difícil achar o condomínio em que elas estavam morando. Ou seja, nem tínhamos chegado ao local e eu já não via a hora de ir embora... hehe.
Bom, depois de muito vai e volta, achamos o tal condomínio, que ficava a beira de uma estrada. Era um condomínio simples de casas simples e Pepê & Neném estava irradiantes por dois motivos: pela casa nova, uma grande conquista delas; e pela gravação com a MTV, até porque, como outros artistas, elas não eram rostos comuns na MTV. Chegamos lá e elas fizeram questão de mostrar a piscina do pequeno condomínio. A recepção delas foi muito legal. E minha cabeça explodindo!
Na casa estava toda a família, mil comidinhas, salgadinhos, refrigerante, bolo, doces... Realmente muito legal e muito gentil da parte delas.
O pgm, se não me engano, começamos a gravar fora da casa. Era daqueles condomínios com casas iguais, umas grudadas nas outras e cada uma delas com dois andares: na parte de baixo sala, cozinha, área externa e na parte de cima os quartos. A casa delas era a primeira do condomínio, bem ao lado da estrada, o que nos obrigou, de vez em quando, por causa do barulho, a interromper a gravação por causa de um carro ou caminhão mais barulhento. Gravar com microfone boom acontece isso, pois como ele não é direcional, ou seja, pega o barulho de todo o ambiente, tem que haver cuidado em usá-lo. Nessa situação seria melhor usar microfones lapelas, aqueles pequenos que ficam grudados na roupa – muito usados em telejornais, por exemplo – mas como não tínhamos 3 lapelas, tive que gravar com boom.
E a cabeça explodindo!
Fizemos à gravação que rolou numa boa, mas ao contrário do Vinny, em alguns ambientes tive que usar luz artificial. Pepê & Neném foram super legais, com aquele sorriso aberto e quando eram umas 17h00 finalmente fomos embora.
Dia seguinte peguei avião de volta à SP e na primeira oportunidade sentei com a chefia e pedi as contas. Não agüentava mais essa rotina de ponte aérea, sempre correria para gravar, dormia mal, acordava muito cedo e ia dormir muito tarde, pois quando chegava no flat, eu ainda tinha que escrever um relatório de gravação e edição para a Flávia, então minha assistente, que editava o Central. Era uma rotina muito dura, muito perversa para quem já tinha 7 anos de casa. Eu havia recebido uma ótima proposta de um site estrangeiro para ser Editor de Música, e como o mercado de internet era novo, estava crescendo, acabei aceitando o convite.
Tempos depois fiquei sabendo que, infelizmente, por dificuldades na carreira as meninas tiveram que vender a casa, mas não sei se isso aconteceu de fato.
Vinny
Lembro que fomos à casa nova dele, num condomínio na Barra, casa novinha mesmo, ele havia acabado de se mudar, sua esposa estava grávida de uns 7 meses. Ele estava, claro, felizão, e sua carreira ainda ia muito bem, com músicas tocando em rádio, agenda de shows lotada...
O programa foi gravado no início da tarde e toda a equipe foi muito bem recebida na casa. Lá estavam o Vinny, sua esposa e uma moça que trabalhava lá.
A gravação foi tranqüila, bem ao estilo da proposta inicial do Central, de mostrar a casa toda, durante uma boa conversa. O bom era que estava sol, a casa tinha muitas janelas, era bem iluminada com luz natural e não precisei usar luz artificial. É sempre melhor a luz natural!
Entramos em todos os ambientes da casa, inclusive quartos e cozinha. Vinny estava amarradão do momento que estava vivendo na vida pessoal e profissional. Ele é um cara muito gente boa, sem forçar a barra.
A única pisada na bola que me lembre, nem é em relação ao pgm, mas em seu 2º CD, no encarte, em uma das letras estava escrito “Derrepente”, ao invés de “De Repente”. Quando vi isso, doeu fundo no caração!
Atenção bandas! Revisem bem os textos que irão entrar no encarte de seus discos!
Pepê & Neném
O pgm com Pepê & Neném particularmente foi especial pra mim, pois que me lembre foi o último pgm que gravei na MTV. Depois dele, saí da emissora para tomar novos rumos.
Lembro bem dessa gravação, que aconteceu na parte da tarde, e foi em Niterói, também numa casa que elas haviam acabado de comprar e se mudar.
Lembro bem da gravação, pois eu estava com uma enxaqueca gigante, tinha comido mal no almoço, não havia remédio e o calor estava, como dizem, infernal. Pra completar, foi difícil achar o condomínio em que elas estavam morando. Ou seja, nem tínhamos chegado ao local e eu já não via a hora de ir embora... hehe.
Bom, depois de muito vai e volta, achamos o tal condomínio, que ficava a beira de uma estrada. Era um condomínio simples de casas simples e Pepê & Neném estava irradiantes por dois motivos: pela casa nova, uma grande conquista delas; e pela gravação com a MTV, até porque, como outros artistas, elas não eram rostos comuns na MTV. Chegamos lá e elas fizeram questão de mostrar a piscina do pequeno condomínio. A recepção delas foi muito legal. E minha cabeça explodindo!
Na casa estava toda a família, mil comidinhas, salgadinhos, refrigerante, bolo, doces... Realmente muito legal e muito gentil da parte delas.
O pgm, se não me engano, começamos a gravar fora da casa. Era daqueles condomínios com casas iguais, umas grudadas nas outras e cada uma delas com dois andares: na parte de baixo sala, cozinha, área externa e na parte de cima os quartos. A casa delas era a primeira do condomínio, bem ao lado da estrada, o que nos obrigou, de vez em quando, por causa do barulho, a interromper a gravação por causa de um carro ou caminhão mais barulhento. Gravar com microfone boom acontece isso, pois como ele não é direcional, ou seja, pega o barulho de todo o ambiente, tem que haver cuidado em usá-lo. Nessa situação seria melhor usar microfones lapelas, aqueles pequenos que ficam grudados na roupa – muito usados em telejornais, por exemplo – mas como não tínhamos 3 lapelas, tive que gravar com boom.
E a cabeça explodindo!
Fizemos à gravação que rolou numa boa, mas ao contrário do Vinny, em alguns ambientes tive que usar luz artificial. Pepê & Neném foram super legais, com aquele sorriso aberto e quando eram umas 17h00 finalmente fomos embora.
Dia seguinte peguei avião de volta à SP e na primeira oportunidade sentei com a chefia e pedi as contas. Não agüentava mais essa rotina de ponte aérea, sempre correria para gravar, dormia mal, acordava muito cedo e ia dormir muito tarde, pois quando chegava no flat, eu ainda tinha que escrever um relatório de gravação e edição para a Flávia, então minha assistente, que editava o Central. Era uma rotina muito dura, muito perversa para quem já tinha 7 anos de casa. Eu havia recebido uma ótima proposta de um site estrangeiro para ser Editor de Música, e como o mercado de internet era novo, estava crescendo, acabei aceitando o convite.
Tempos depois fiquei sabendo que, infelizmente, por dificuldades na carreira as meninas tiveram que vender a casa, mas não sei se isso aconteceu de fato.
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