18 de setembro de 2026

Estúdio Be Bop: O QG do Banguela

Em 1994 foi criado, pelos integrantes do Titãs, o selo Banguela. A criação aconteceu exatamente em janeiro de 94.

Não sei como isso aconteceu, mas, o estúdio Be Bop que ficava no bairro de Pinheiros/Vila Madalena, em São Paulo, foi escolhido como QG do selo que foi subsidiado pela gravadora Warner.

Também não me lembro de quando as atividades do Banguela se iniciaram, mas eu, assim como outras pessoas ligadas à cena musical daquele momento, passei a frequentar o Be Bop assiduamente até porque, além de Raimundos, o selo contratou outras bandas de Brasília: Little Quail and The Mad Birds, Maskavo Roots e Pravda!

O Be Bop era uma casa que ficava quase na esquina da Av. Pedroso de Morais, onde havia intenso comércio: padarias, lanchonetes, botecos, livrarias, sebos e lojas das mais diversas. Então era comum sair do Be Bop para ir comer ou beber algo durante a tarde ou à noite. Quando Raimundos estava gravando o 1º álbum era comum irmos a algum boteco pra matar a fome.

Eu costumava sair da MTV, onde trabalhava e ficava no Sumaré, bairro ao lado e bem perto do estúdio, e ir para lá pra ver meus amigos. Na verdade, o Be Bop se tornou uma espécie de ponto de encontro de muita gente. Sempre havia movimento por lá, seja à tarde ou à noite, sempre tinha alguém gravando.


E vou dizer aqui: O Miranda odiava toda aquela movimentação. Falo isso porque ele mesmo me confessou isso, e não só uma vez. Volta e meia eu percebia certo mau humor nele exatamente pela intensidade de gente que ficava por lá. Dou total razão à ele, afinal, era um local de trabalho e não de festa ou esquenta.

Nessa época, eu costumava sair com minha câmera VHS em uma mochila pra gravar shows e outros conteúdos, inclusive no Be Bop. Mas antes que você me pergunte, digo que, infelizmente, perdi praticamente todas as fitas, sobrando um ou outro showzinho. Fui roubado de uma empresa de guarda móveis que sumiu com diversas caixas minhas e as fitas e DVDs estavam lá.

No Be Bop tinha dois estúdios: A e B, mas eles nunca funcionavam simultaneamente, ao menos nunca vi isso acontecer. Inclusive porque o Miranda é quem produzia todos os contratados do selo, então não dava pra se dedicar a duas gravações ao mesmo tempo, claro!

O estúdio B, o menor deles, era onde aconteceram a maioria dos álbuns do Banguela, mas também acompanhei gravações no A. Lembro até de uma gravação do Little Quail que aconteceu em uma tarde, quando Miranda e Gabriel (Thomas) colocaram mais de 100 pessoas no A para gravar o backing vocal de “1, 2, 3, 4”. Gabriel me deu sua câmera handycam, peguei uma escada alta que havia no Be Bop, subi até o topo e gravei essa cena que realmente foi engraçada e inusitada. (Cadê a gravação, Gabriel!?!). Claro que virou uma puta zona porque eram todos amigos, músicos e quem estivesse por lá. Nem preciso dizer do cheiro no estúdio. Até o velho amigo e saudoso Fejão estava lá com o pessoal do Dungeon. Era muita gente! Evidente que Miranda ficou doido. Ao mesmo tempo em que ele se divertia, também tinha que coordenar aquele bando de gente. Apesar da bagunça, deu tudo certo.

O Be Bop funcionava de 2ª a 2ª, ou seja, era gravação praticamente todos os dias, inclusive porque Miranda gravava outros projetos que não eram do Banguela. Nas gravações noturnas, o estúdio se tornava um local de esquenta pra galera que se encontrava lá para ir aos shows underground que aconteciam no Aeroanta (ali perto), no Der Temple, Dama Xoc, Espaço Retrô e outros locais. A noite era pizza chegando o tempo todo. Comi algumas vezes com o Miranda na cozinha do Be Bop e ali era o momento em que ele reclamava pra mim da bagunça no local de trabalho.

A casa tinha dois andares e a parte de cima era onde ficava o administrativo do Banguela. A movimentação mesmo acontecia onde eram os estúdios e no corredor que ligava-os. A fumaça rolava solta lá o tempo todo. Quando marcávamos esquenta, geralmente nas quintas e sextas, também tinha muita cerveja.

Acompanhei as gravações de Raimundos, parte do Maskavo Roots e algumas outras. Por causa das reclamações de Miranda, eu costumava ficar quieto nos cantos dos estúdios ou das salas técnicas exatamente pra não atrapalhar, até porque era um entra e sai da sala para o estúdio, tanto do Miranda quanto do graaande Beto Machado, engenheiro de som da maioria desses álbuns do Banguela.

A energia no ambiente era sempre boa, mas a concentração e seriedade para preparar os sets de bateria, de guitarras e baixos eram intensas: arruma microfone, muda o amplificador, muda de lugar isso ou aquilo, troca a pele, muda as cordas, afinação… Era divertido, mas era trabalho sério. Muito parecido com o ambienteda MTV (só que lá não tinha um bando de maconheiros andando pra lá e pra cá kkkk). Bem, tem muita história que não dá pra contar aqui, mas o importante é que fica esse registro de como foi àquele tempo, que durou pouco, mas foi bem intenso!

Feito este contexto, deixo aqui, como homenagem, um texto que meu velho chapa e cumpádi Canisso fez pra mim no início da década de 2010 pra alguma outra ocasião que não me lembro e que resgatei pra usar aqui. Diga lá meu amigo:

 


“Pois é, e a gente dá uma piscada e lá se vão 15 anos... nós quatro chegamos de Brasília de ônibus e nos hospedamos no Arthur's hotel, um hotelzinho meia bomba que ficava em Pinheiros, que diziam as más línguas já ter sido um hospital e tinha fama de mal-assombrado... iríamos gravar no Be-Bop, que acabou se transformando na sede do Banguela, duas mesas e uma linha de telefone gentilmente emprestados pelo Marcelo e pela Ana, donos do estúdio...

Lá, entre caixas e caixas de pizza pra viagem e no meio da névoa espessa de cigarros feitos à mão, foi traduzido pra uma gravação decente toda a tosqueira e espontaneidade de um som visceral e urgente, resultado da união de influências e vivências de quatro malucos de Brasília que de certa forma conseguiram juntar no seu som elementos pesados e ao mesmo tempo populares, música pra headbanger e porteiro de prédio, forró e hardcore...

Encontramos no Be-Bop uma estrutura fenomenal, um quartel-general com  todo o apoio dos Titãs, sócios do Miranda na empreitada de fazer um selo pra dar lugar às novas tendências que já começavam a pipocar... gravamos com instrumentos emprestados, virando madrugadas sem sentir, e a coisa foi ganhando vida própria, até hoje não canso de ouvir e me surpreender...

Com o disco pronto começaram os shows, e aí pintou o desafio de transportar aquela sonoridade obtida arduamente no estúdio pras apresentações ao vivo, e isso foi norteando o trabalho desde então, com humildade pra aprender nas oportunidades que tivemos de tocar com bandas mais experientes, e investindo em equipo e instrumentos... mas no começo foi pauleira, viajamos muito de ônibus de linha e van, empilhados junto com os cases e disputando espaço com os caminhoneiros nas churrascarias de beira de estrada...mas bastava uma horinha de show com a mulekada começando a conhecer e cantar junto nossas músicas pra dar uma sensação estranha, um misto de orgulho e dever cumprido...

Existia um clima de solidariedade, de pessoas em diferentes posições dentro da cena que se formava com um mesmo espírito de "fazer acontecer", de dar sua contribuição ao "movimento" espírito esse muito bem traduzido pelo Miranda na definição perfeita: BRODAGEM!!!

Eram jornalistas, radialistas, bandas, produtores, empresários... o barulho feito por essa corrente que queria dar voz a uma nova forma de fazer música pesada BRASILEIRA, começou a incomodar a mesmice reinante, e sem abaixar a crista pra nada que viesse de fora e tocando de igual pra igual com os "medalhões" a parada vinha como um caminhão sem freio numa ladeira, atropelando tudo no seu caminho, e começou a invadir os salões chiques com seu sotaque de peão, lavando a alma com orgulho de ser brasileiro e cantando em português chulo...”

24 de maio de 2026

Rodox no Estúdio (janeiro 2003)

Faz 10 meses que não publico nada! São outros tempos e, na minha cabeça, as pessoas não querem mais saber de ler. Não sei até onde este blog, outros blogs e sites especializados (falo de música e cultura) fazem a diferença em tempos de redes sociais que priorizam o vídeo. 

De qualquer forma, nos últimos meses escrevi alguns textos, até mesmo revisei outros já publicados, e vou agora aproveitá-los aqui, a começar com o resgate da memória do mês que fiquei junto com Rodox durante a gravação do 2º álbum, lançado em 2003. Já que está todo mundo falando de Rodox, vou aproveitar a onda, certo?

Quero aproveitar também para deixar aqui explícito o que algumas pessoas ainda não compreendem ou mesmo não conhecem. Muitos textos que faço aqui fazem parte do jornalismo gonzo, ou seja, dou a informação fazendo parte dela, estando inserido nela, tento vivido-a na pele. Quando escrevo algo que resgata a memória - como a série a respeito dos anos 1990 - eu junto a vivência, a informação e o contexto. Assim o faço desde meus primeiros textos na internet, ainda nos idos de 2001. E vamos ao Rodox no estúdio:

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Após o término do programa que eu fazia para o Disney Channel, em novembro de 2002, como freelancer, não tinha nenhum projeto em vista, até por ser fim de ano.

Neste projeto, que envolvia SBT e Disney, conheci a Carolina Telles que, como eu, é uma operária do audiovisual, diretora, roteirista e criadora de conteúdo. Ela tinha acabado de comprar algo absolutamente novo no mercado: a câmera digital profissional PD150. Era uma fortuna, e foi um belíssimo investimento. Pra se ter uma ideia, as pequenas fitas digitais usadas nela nem eram vendidas no Brasil, muito menos a câmera.

Carol era casada com Fernandão, que foi baterista do Korzus, do Treta e que naquela época tocava no Rodox. Ao mesmo tempo, eu e Rodolfo éramos velhos amigos de Brasília. Além disso, eu conhecia o próprio Fernandão da época em que eu era Diretor do Fúria MTV e também conhecia o Bob. Juntamos todo esse contexto com o fato do Rodox ter estúdio marcado em janeiro de 2003 para o 2º álbum, então lá fomos nós dois para o Rio acompanhar todo o processo de gravação que teria exato um mês para fazê-lo.

A gravação aconteceu no estúdio Toca do Bandido do também velho amigo Tom Capone. Além de Rodolfo e Tom, ainda tinha o Wagner que trabalhava com Capone na Warner e que também era outro velho amigo de Brasília (Wagner foi vocalista do Peter Perfeito).

Tudo combinado, então fomos para o Rio com o carro da Carol e ficamos hospedados no mesmo flat que a banda. Seguimos todos os passos do Rodox, do começo ao fim.

Na chegada do Rio, prestes a entrar na Av. Brasil, eu e Carol tomamos um estranhíssimo baculejo de uma polícia sem identificação alguma. Estávamos em paz na estrada, um carro sem identificação aparelhou com o nosso, um cara de camisa branca aberta e segurando uma metralhadora gritava pra nós “polícia! Encosta! Encosta!” Em um primeiro momento até exitamos, mas diante da brutalidade, encostamos. Nos encheram de perguntas enquanto revistavam o carro e analisavam os documentos. Tudo isso parou imediatamente quando abri minha mala e em cima de toda roupa estava um projeto que eu havia apresentado para o SBT com o logo da emissora enorme. Na hora que o cara viu o projeto encadernado com esse logo, nem olhou a mala, pediu pra fechá-la e nos dispensou.

O repertório não estava 100% pronto. Havia as músicas, os riffs e as ideias, mas elas foram moldadas em estúdio. O produtor foi Álvaro, também de Brasília, que fez diversos trabalhos junto com Tom. Rodolfo, Bob, Marcão, Pedro, Patrick e Fernandão. Essa era a banda que foi formada inicialmente para apenas gravar um clipe do álbum anterior.

Eu já conhecia a Toca do Bandido porque já havia gravado lá pela MTV em duas ocasiões. O Tom eu conheci nos primeiros ensaios do Peter Perfeito, quando ele nem ligava pra música, sequer sabia tocar instrumento algum. Quando resolveu tocar, algo mágico aconteceu, porque em poucos meses ele se tornou um expert na guitarra. Depois, com a gravação das primeiras demos do Peter, se tornou expert em estúdio. O que aconteceu com Tom foi, de fato, algo mágico.

Foi ótimo revê-lo, assim como o Wagner. Em 1983-84 era uma turma enorme que ficava no estacionamento do colégio Objetivo em Brasília, na 913 Sul. Dessa turma também fazia parte Canisso que, na época, mal sabia assobiar. Foi lá que o Peter Perfeito foi formado. Tinha o Babú, Wagner, Canisso, Ricardo (irmão do Tom), Cássio, Sucupira

O primeiro momento da gravação que me lembro foi a bateria. Fernandão montou seu set no estúdio e eu e Carol gravamos desde a montagem da bateria. Ele não sabia como eram as músicas e, em nenhuma delas, houve mais do que 2 takes. Fernandão é monstro! Ficamos no estúdio acompanhando música a música e ouvindo só a bateria, sem fone de ouvido. Uma experiência e tanto. Muito profissionalismo envolvido. Fernandão escutava a música uma vez no fone e depois saía tocando. Na minha vida, acompanhei muitas gravações profissionais, eu mesmo gravei um álbum, e nunca havia visto algo igual.

A Toca do Bandido fica na Barra da Tijuca, em um condomínio no meio do mato e o flat que ficamos também era na Barra. Íamos e voltávamos juntos para o estúdio. Chegávamos ao estúdio no fim da manhã e só saíamos no início da noite. Todo mundo ficou junto durante todo o processo de gravação.

Lá eu conheci a famosa Anna Júlia que inspirou o mega hit do Los Hermanos, porque ela era namorada do Patrick, e esteve na Toca ao menos duas vezes. Eu e Carol gravamos tudo, cada instrumento e cada movimentação na Toca. Teve até um dia, quando Patrick estava colocando os baixos e estava com dificuldade em uma das músicas que eu pedi permissão e sugeri que ele tocasse com palheta. Ele olhou pra mim com fumaça saindo dos ouvidos e disse: “baixo não se toca com palheta”. Um pensamento um tanto radical (o baixo, quando inventado, era tocado com palheta). Me surpreendi ao ver Patrick hoje, nessa volta do Rodox, tocando com palheta. É um baita baixista! Vai falar pro Paul McCartney, pro Dee Dee Ramone e para JJ Burnell (The Stranglers) que não se toca baixo com palheta! (brincadeira!!!)

Tom ia pouco ao estúdio, apesar de ficar nos fundos de sua casa. Mas, certa vez, demos uma volta na parte externa da casa batendo papo e ele levou eu e Carol até a garagem da casa e disse pra pensarmos em gravar ali uma apresentação do Rodox para um DVD. Era uma garagem bem pequena e apertada. Até fizemos imagens dela pra registrar a locação, mas o projeto não vingou. Nem sei se a ideia foi falada pra banda. Tempos depois, vi um DVD do Rappa gravado lá.

Teve um dia que eu e Rodolfo, na volta do estúdio, saímos pra comer algo e depois fomos ao quarto dele pra continuar conversando e fomos até umas 4 da manhã. Rodolfo me contou todo o contexto da saída do Raimundos, algo que, segundo ele, não havia falado pra ninguém. Eu praticamente só o ouvi. Falou tudo que hoje todos sabem: do stress que estava passando, das coisas estranhas que estavam acontecendo com a sua saúde. Não foi um processo fácil pra ele. Talvez ele tenha me contado por eu, apesar de eu ser um velho amigo, não estar tão presente no dia a dia do Raimundos, mas ao mesmo tempo conhecer todo mundo. Também percebi que ele precisava desabafar com alguém.

A gravação foi interrompida por duas vezes para a banda cumprir agenda de shows. Fomos até Belo Horizonte para um show que tinha, além de Rodox, Charlie Brown Jr. e, talvez, Capital Inicial (realmente não me lembro). Foi um bate e volta e foi bem divertido. A segunda saída foi para São Paulo mesmo, um show no Centro Cultural. Nesse show, inclusive, eu e Carol pegamos depoimentos de fãs que estavam na fila para entrar no auditório. Como este show foi em SP, eu proveitei pra ficar, já que eu ia começar um outro trabalho. Desta forma, Carol continuou a gravação dos bastidores sozinha. Mas, quando eu já não estava, só o Bob ainda não tinha feito sua parte, e ainda teve um outro show, mas não me lembro do local.

Mais uma vez me impressionei com o processo de Rodolfo em relação às letras, porque ele não tinha nada escrito até as músicas ficarem prontas. Assim como no Raimundos, ele escrevia tudo depois. Então ficávamos na sala técnica do estúdio ouvindo as bases e, durante a  audição, ele ia rabiscando as ideias no caderno.

O combinado entre eu e Carol era pegar os depoimentos de todo mundo depois da gravação, para dar um distanciamento de todo o processo. Mas, infelizmente, isso não aconteceu, pelo fato da banda ter sido dispensada da Warner depois da divulgação do álbum. Inclusive, após a gravação, continuei conversando com Wagner a respeito do material que tínhamos em mãos, tanto para fazer futuros videoclipes quanto para lançá-lo em DVD, mas, pelas conversas, eu já tive a impressão de que o contrato não ia continuar e que não havia interesse em tudo o que foi captado.

Então, a ideia e o material bruto foram engavetados. De qualquer forma, valeu a experiência. 

 

PS-1: Depois de escrever este texto, me toquei de que vivi dois momentos importantes nessa história da separação Rodolfo-Raiumudos: logo após a separação, por causa da festa de lançamento do meu livro O Diário da Turma 1976-1986, Digão e Canisso voltaram a se falar e demos uns rolés por Brasília; e Rodolfo se abriu comigo falando os seus motivos reais, pela primeira vez, com alguém de fora da história.

PS-2: Na 2º foto, junto com Rodox, estão Tom Capone e Wagner Vianna.




1 de agosto de 2025

Os 70 Anos de Rock Brasileiro em Vídeo!

Nesta virada de julho para agosto de 2025 retomei a gravação e publicação de vídeos para comemorar os 70 anos de Rock Brasileiro. Comecei a gravar em 2020, no auge da pandemia, quando o rock completou 65 anos, mas tive que interromper por conta de trabalho. Agora, para completar a playlist ‘O Rock Brasileiro e Suas Histórias’, tenho feito novos vídeos que, aos poucos vou publicá-los.

Além dessa playlist, tem a ‘MTV 30 Anos (Bastidores)’, onde também falo de música e conto muitas histórias de bastidores.

Playlist ‘O Rock Brasileiro e Suas Histórias’:

https://youtube.com/playlist?list=PLMP9rYxXbEE3UBwBuGctixo76ZvJ-0HS0&si=DA7sdkFZjMaRyTK7

- 65 Anos de Rock Brasileiro: Uma Vida Sem Comemorações 
- 65 Anos de Rock Brasileiro: 1982-83 O Início da Geração 80 
- 65 Anos de Rock Brasileiro: Anos 50, 60 e 70. Os 1º hits e os Clássicos dos anos 70 
- 65 Anos de Rock Brasileiro: 4 – O Triênio 1984-85-86 
- Adorava Gravar Discos! O Valor da Música e o Início dos Anos 80 
- O Contexto de Júlio Barroso e a Revolução Chamada Gang 90 & Absurdettes 
- Rock de Brasília Pré-Sucesso: Legião Urbana, Capital Inicial e Plebe Rude em Brasília! Como era? 
- Calendário do Rock Brasileiro: Os Lançamentos de setembro 
- Calendário do Rock Brasileiro: Os Anos 70 em agosto!

Novos: 
- 70 Anos de Rock Brasileiro: A Mistura da MPB com o Rock dos Anos 1970 
- 70 Anos de Rock Brasileiro: Cazuza e Renato Russo


Playlist ‘MTV 30 Anos (Bastidores)’:

https://youtube.com/playlist?list=PLMP9rYxXbEE0WyBh66v1QR7oTJMKqM_RV&si=fm8OeNn43BQgM3u4

- MTV Brasil 30 Anos (bastidores) 1: Ambiente de Trabalho - Parte 1 
- MTV Brasil 30 anos (bastidores) 2: Ambiente de Trabalho - Parte 2 
- MTV Brasil 30 anos (bastidores) 3: A morte de Kurt Cobain, Teleguiado e Na Chapa 
- MTV Brasil 30 anos (bastidores) 4: Fúria, Monsters of Rock... e o skank do Tim Maia 
- MTV Brasil 30 anos (bastidores) 5: O dia a dia, a escada de incêndio e a programação de clipes 
- MTV Brasil 30 anos (bastidores) 6: Acústico Legião Urbana e Especial Legião Urbana 
- MTV Brasil 30 anos (bastidores) 7: MTV no Verão 1995 e o Baculejo Épico! 
- MTV Brasil 30 anos (bastidores) 8: MTV Brasil e a Cena Underground 1990 
- MTV Brasil 30 anos (bastidores) 9: Histórias com Artistas e Outras Mais! 
- MTV Brasil 30 anos (bastidores) 10: 1º VMB sem Ensaio Geral, o Camarim Enfumaçado e Outras Histórias 
- MTV Brasil 30 anos (bastidores) 11: O Lado Ruim e O Começo do Fim!